O Figueira foi derrotado na noite de ontem pelo Brusque, fora de casa, por 2x1. Foi o segundo jogo do Alvinegro no ano e a primeira derrota. Não há muito o que falar, o Figueira jogou muito mal e perdeu para um adversário que lutará contra o rebaixamento no Catarinense. Já o Brusque fez a sua parte, jogando no Augusto “Pasto” Bauer, dominou praticamente o jogo inteiro.
Analisando as performances dos jogadores alvinegros vemos que os mesmo que se destacaram na primeira partida se destacaram nesta também, tanto positiva quanto negativamente. A zaga alvinegra continua não se entendendo, e sofreu dois gols por falha de posicionamento nas bolas paradas. No primeiro, sobrou o zagueiro Marcelo para concluir sozinho na cara de Wilson. No segundo, após uma bicicleta (Barra-Forte, mas ainda sim bicicleta) de Viola, a bola caiu nos pés do zagueiro Chris, também sozinho no meio da nossa área, para concluir e marcar o gol da vitória do Brusque. Nosso principal problema, considero eu, é o meio campo. Totalmente inoperante na ligação com o ataque, e lento demais na cobertura dos laterais. Jeovânio não tem mais o vigor físico de outrora, e Coutinho, como já havia dito, não é jogador para ser titular do Mais Vezes Campeão do Estado. Já o nosso trio “criativo” continua deixando a desejar. Marquinho e Ernani são jogadores para compor o elenco. Creio eu que o Titio René “Tuiteiro” Weber está mantendo esta formação apenas em quanto Fernandes e Ada estão indisponíveis. Maicon continua fazendo bons jogos, mas sozinho não pode resolver. Júnior Negrão isolado no ataque continua fazendo o que pode, mas acredito que é sobrecarregado. Precisa de um parceiro, e logo.
Em duas partidas deu para perceber que o Figueira não se adaptou ao 4-5-1. Pelo menos não com estes 11 jogadores iniciando a partida. Para manter tal esquema o Figueira precisa ter dois volantes mais rápidos, que consigam fazer a cobertura dos nosso laterais. Tanto Lucas quanto João Paulo são muito mais ofensivos que defensivos. E os adversários já entenderam que o negócio é jogar nos buracos deixados nas laterais. Com Jeovânio e Coutinho plantados no meio campo, Roger Carvalho e João Filipe tem que fazer a cobertura, e com isso, abre o miolo da zaga.
O remédio para manter esta formação seria a entrada de Diego Paulista no lugar de Coutinho, para dar mais rapidez à parte defensiva de nosso meio campo. Jeovânio atuaria como um terceiro zagueiro mascarado, pois só faria esta função quando o Figueira estiver defendendo, e Diego Paulista fecharia a cobertura ao avanço dos nossos laterais. Isso possibilitaria à Lucas e João Paulo atuarem quase como alas, auxiliando a criação das jogadas. Nossos dois “wingers”, Marquinho e Ernani, tem que jogar mais adiantados, como dois pontas de antigamente, servindo o nosso centroavante na área. Maicon fica um pouco mais recuado, para fazer a ligação e arriscando de fora da área. E Junior Negrão centralizaria mais, atuando enfiado, no meio dos zagueiros adversário e se valendo dos espaços deixados por estes quando forem fazer a cobertura dos pontas.
Ainda assim, eu prefiro o retorno do 4-4-2 ou ainda um 3-5-2 com Jeovânio fazendo o papel de líbero, quase que um Lothar Mathäus afrodescendente, auxiliando tanto na defesa quanto na saída de bola, papel que ele fez muito bem num dos poucos jogos que ele participou na Série B de 2009.
E você, concorda com o 4-5-1? Prefere o 4-4-2? Acha que o melhor é o 3-5-2? Ou tem ainda outra formação na manga? Deixe sua opinião!
Analisando as performances dos jogadores alvinegros vemos que os mesmo que se destacaram na primeira partida se destacaram nesta também, tanto positiva quanto negativamente. A zaga alvinegra continua não se entendendo, e sofreu dois gols por falha de posicionamento nas bolas paradas. No primeiro, sobrou o zagueiro Marcelo para concluir sozinho na cara de Wilson. No segundo, após uma bicicleta (Barra-Forte, mas ainda sim bicicleta) de Viola, a bola caiu nos pés do zagueiro Chris, também sozinho no meio da nossa área, para concluir e marcar o gol da vitória do Brusque. Nosso principal problema, considero eu, é o meio campo. Totalmente inoperante na ligação com o ataque, e lento demais na cobertura dos laterais. Jeovânio não tem mais o vigor físico de outrora, e Coutinho, como já havia dito, não é jogador para ser titular do Mais Vezes Campeão do Estado. Já o nosso trio “criativo” continua deixando a desejar. Marquinho e Ernani são jogadores para compor o elenco. Creio eu que o Titio René “Tuiteiro” Weber está mantendo esta formação apenas em quanto Fernandes e Ada estão indisponíveis. Maicon continua fazendo bons jogos, mas sozinho não pode resolver. Júnior Negrão isolado no ataque continua fazendo o que pode, mas acredito que é sobrecarregado. Precisa de um parceiro, e logo.
Em duas partidas deu para perceber que o Figueira não se adaptou ao 4-5-1. Pelo menos não com estes 11 jogadores iniciando a partida. Para manter tal esquema o Figueira precisa ter dois volantes mais rápidos, que consigam fazer a cobertura dos nosso laterais. Tanto Lucas quanto João Paulo são muito mais ofensivos que defensivos. E os adversários já entenderam que o negócio é jogar nos buracos deixados nas laterais. Com Jeovânio e Coutinho plantados no meio campo, Roger Carvalho e João Filipe tem que fazer a cobertura, e com isso, abre o miolo da zaga.
O remédio para manter esta formação seria a entrada de Diego Paulista no lugar de Coutinho, para dar mais rapidez à parte defensiva de nosso meio campo. Jeovânio atuaria como um terceiro zagueiro mascarado, pois só faria esta função quando o Figueira estiver defendendo, e Diego Paulista fecharia a cobertura ao avanço dos nossos laterais. Isso possibilitaria à Lucas e João Paulo atuarem quase como alas, auxiliando a criação das jogadas. Nossos dois “wingers”, Marquinho e Ernani, tem que jogar mais adiantados, como dois pontas de antigamente, servindo o nosso centroavante na área. Maicon fica um pouco mais recuado, para fazer a ligação e arriscando de fora da área. E Junior Negrão centralizaria mais, atuando enfiado, no meio dos zagueiros adversário e se valendo dos espaços deixados por estes quando forem fazer a cobertura dos pontas.
Ainda assim, eu prefiro o retorno do 4-4-2 ou ainda um 3-5-2 com Jeovânio fazendo o papel de líbero, quase que um Lothar Mathäus afrodescendente, auxiliando tanto na defesa quanto na saída de bola, papel que ele fez muito bem num dos poucos jogos que ele participou na Série B de 2009.
E você, concorda com o 4-5-1? Prefere o 4-4-2? Acha que o melhor é o 3-5-2? Ou tem ainda outra formação na manga? Deixe sua opinião!
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